Termos e expressões – Episódio 13: Animações – Podcast Todos na Web
Animação automática: movimento ou efeito visual que começa sozinho, sem que a pessoa faça nenhuma ação. Exemplo: um banner que troca de imagem automaticamente a cada poucos segundos.
Animação de interação: movimento ou efeito visual que acontece quando a pessoa interage com um elemento da página, como passar o mouse, clicar ou rolar a tela. Exemplo: um botão que aumenta de tamanho quando o mouse passa sobre ele.
Autista: pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Algumas pessoas autistas podem ser mais sensíveis a estímulos visuais intensos, como movimentos constantes ou luzes piscando. Exemplo: uma página com muitos elementos se movendo ao mesmo tempo pode dificultar a concentração de algumas pessoas autistas.
Baixa visão: condição em que a pessoa possui uma redução significativa da visão que não é totalmente corrigida com óculos ou lentes.
Banner: área de destaque em uma página, normalmente usada para divulgar informações, campanhas ou produtos. Exemplo: Um grande destaque na página inicial de um site anunciando uma promoção.
Carrossel: componente que apresenta várias imagens ou conteúdos em sequência, geralmente deslizando automaticamente ou por interação da pessoa usuária. Exemplo: a página inicial de um site exibe diferentes notícias em um carrossel que muda automaticamente.
Componente: parte de um site ou aplicativo que possui uma função específica e pode ser reutilizada em diferentes páginas ou telas. Exemplo: botões, menus, abas, campos de busca e carrosséis são componentes.
Conteúdo decorativo: elemento visual que serve apenas para deixar a interface mais atraente, sem ser necessário para compreender a informação. Exemplo: uma animação de fundo que não acrescenta nenhuma informação importante.
Conteúdo essencial: informação ou elemento indispensável para que a pessoa compreenda uma mensagem ou consiga realizar uma tarefa. Exemplo: em um curso on-line, uma animação que demonstra o funcionamento de um equipamento pode ser essencial para o aprendizado.
Controle da animação: recurso que permite à pessoa pausar, interromper, ocultar ou desativar animações quando desejar.
Contraste: diferença entre as cores de elementos, como texto e fundo, que facilita a leitura e a identificação das informações.
Crise convulsiva: alteração temporária da atividade elétrica do cérebro que pode provocar movimentos involuntários, perda de consciência ou outros sintomas. Em algumas pessoas, estímulos visuais intensos podem desencadear esse tipo de crise.
Daltonismo: condição em que a pessoa tem dificuldade para distinguir determinadas cores. Exemplo: um gráfico que diferencia informações apenas pelas cores vermelha e verde pode ser difícil de entender para uma pessoa daltônica.
Desabilitar: desligar ou desativar um recurso para que ele deixe de funcionar temporariamente.
Didático: forma de apresentar uma informação de maneira clara, organizada e fácil de entender.
Epilepsia: condição neurológica que pode causar crises em algumas pessoas. Dependendo da pessoa, essa crise pode provocar movimentos involuntários, perda de consciência, confusão ou outros sintomas. Em algumas pessoas com epilepsia, luzes ou animações que piscam rapidamente podem desencadear uma crise.
Flashes: mudanças rápidas de brilho ou luz na tela que podem causar desconforto ou até problemas de saúde em algumas pessoas.
Fotossensibilidade: sensibilidade à luz ou a estímulos visuais intensos, que pode provocar desconforto ou desencadear crises em algumas pessoas. Exemplo: luzes piscando rapidamente podem causar reações em pessoas fotossensíveis.
Gatilho: estímulo que pode provocar uma reação física, emocional ou neurológica em determinadas pessoas. Exemplo: uma sequência de flashes pode desencadear uma crise em uma pessoa sensível a esse tipo de estímulo.
Interface: parte visual de um site ou aplicativo com a qual a pessoa interage. Inclui botões, menus, campos de formulário e demais elementos da tela. Exemplo: os botões para pausar uma animação fazem parte da interface.
Intérprete de Libras: é o profissional que faz a interpretação entre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e o português, permitindo que pessoas surdas e ouvintes consigam se comunicar. O intérprete transmite a mensagem de uma língua para a outra, procurando manter o mesmo significado, sem mudar o conteúdo.
Libras: Língua Brasileira de Sinais, utilizada pela comunidade surda para comunicação. Possui gramática própria, é baseada em sinais feitos com as mãos, expressões faciais e movimentos corporais. Não é uma tradução palavra por palavra do português.
Oralizado / pessoa oralizada: pessoa surda que utiliza a fala como uma de suas formas de comunicação, além de poder utilizar Libras ou outros recursos. Exemplo: uma pessoa surda oralizada pode conversar oralmente em algumas situações e utilizar Libras em outras.
Sinal (nome em Libras): é usado para identificar uma pessoa. Cada sinal costuma ser único e pode fazer referência a uma característica física, personalidade ou outro aspecto marcante da pessoa. Não é simplesmente uma tradução do nome em português, mas uma forma própria de identificação em Libras. Exemplo: No início do episódio, Alexandre se apresenta dizendo qual é o seu sinal e explica como ele é feito, para que as pessoas surdas possam identificá-lo durante a conversa.
Tipografia: conjunto de características visuais dos textos, como tipo de letra, tamanho, espaçamento e espessura, que influenciam a facilidade de leitura.
Além dos termos que comentamos aqui, a Norma ABNT 17225 traz uma seção de termos e definições que pode complementar seu entendimento e apoiar você nessa jornada.

